A retomada da aplicação de flúor na água tratada da Região Metropolitana de Belém (PA) é um dos temas da edição 1133 do programa Interesse Público, segundo o Ministério Público Federal (MPF). A notícia foi publicada pelo órgão em 22 de outubro de 2026.
No Pará, a fluoretação está suspensa desde 2010. A possibilidade de retorno foi discutida em reunião conduzida pelo MPF com órgãos públicos e responsáveis pelo abastecimento.
A edição também aborda a regularização de territórios de comunidades quilombolas em Minas Gerais e a situação da comunidade tradicional da Penha, em João Pessoa (PB).

Segundo o MPF, as pautas tratam de saúde pública e de medidas para regularizar ou proteger territórios. O conteúdo reúne reportagens sobre a atuação do órgão nos três estados.
Retomada da fluoretação da água na Região Metropolitana de Belém
Na reportagem, o Ministério Público Federal (MPF) acompanha as medidas para restabelecer a aplicação de flúor na água tratada. O órgão busca assegurar que o procedimento ocorra de forma adequada.
A retomada da fluoretação da água em Belém deve seguir os parâmetros estabelecidos pelas autoridades de saúde, conforme a cobertura da edição. A reportagem trata a observância desses critérios como parte do acompanhamento feito pelo MPF.
O tema integra a edição 1133 do programa Interesse Público, que apresenta a atuação do Ministério Público Federal em diferentes regiões do país. No caso paraense, o foco é o processo de retorno da aplicação de flúor no abastecimento da Região Metropolitana de Belém.
Ações por territórios quilombolas em Minas Gerais e na Paraíba
Em Minas Gerais, o MPF acionou a Justiça para cobrar do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) o andamento da regularização fundiária de 12 comunidades quilombolas. Segundo o órgão, comunidades reconhecidas há anos ainda esperam a conclusão dos processos.
Entre os territórios mencionados está a Vila Santa Efigênia, em Mariana, onde famílias vivem principalmente da agricultura familiar. Para os moradores, a regularização é necessária para dar segurança às famílias e preservar o território para as próximas gerações.
Na Paraíba, o MPF ajuizou uma ação para proteger e regularizar a área da comunidade tradicional da Penha, em João Pessoa, formada por pescadores e quilombolas. A disputa pelo território e o avanço de empreendimentos na região são apontados como ameaças à área.


